Início Procedimentos Cirurgia endoscópica nasossinusal (FESS)
Cirurgia para sinusite crônica

Cirurgia endoscópica nasossinusal no Rio de Janeiro

Procedimento padrão para tratamento cirúrgico da sinusite crônica refratária ao tratamento clínico e da rinossinusite com pólipos.

Dr. Vitor Takashiba, otorrinolaringologista no Rio de Janeiro
Resumo
Tipo
Cirúrgico endoscópico
Abordagem
Endoscópica, sem incisões externas
Anestesia
Definida pela equipe anestésica
Local
Centro cirúrgico hospitalar
Recuperação
Definida em consulta
Indicação
Individualizada, após falha do tratamento clínico

Sobre Cirurgia endoscópica nasossinusal (FESS)

A cirurgia endoscópica nasossinusal, ou FESS, é o procedimento padrão para o tratamento cirúrgico da sinusite crônica refratária ao tratamento clínico e da rinossinusite com pólipos. É realizada com auxílio de endoscópios introduzidos pelas narinas, sem incisões externas.

O objetivo é restabelecer a drenagem natural dos seios paranasais, ampliando os pequenos orifícios de comunicação que ficam obstruídos pela inflamação crônica. A técnica preserva ao máximo a mucosa funcional e remove apenas o tecido doente, pólipos e secreções acumuladas.

A abordagem técnica

Os endoscópios permitem visualização direta das estruturas internas. As ampliações dos orifícios de drenagem são feitas com precisão, e as porções de mucosa saudável são preservadas para manter a função natural dos seios paranasais.

A indicação é cuidadosamente avaliada após falha do tratamento clínico bem conduzido (corticoides nasais, lavagens, antibióticos quando indicados) e exames de imagem como tomografia dos seios da face. Não substitui o acompanhamento clínico continuado no pós-operatório.

Quando é indicado

A lista é educativa. A indicação é individualizada e definida na avaliação clínica, com base na história e no exame de cada paciente.

Sinusite crônica refratária
Quando o tratamento clínico bem conduzido não controlou os sintomas.
Rinossinusite com pólipos
Casos em que os pólipos comprometem a drenagem dos seios paranasais.
Quadros recorrentes
Episódios repetidos de sinusite com impacto importante na qualidade de vida.
Achados de imagem compatíveis
Quando a tomografia confirma alterações que justificam abordagem cirúrgica.

Quando requer cuidado

Toda conduta tem limites. A avaliação criteriosa identifica quando outra abordagem é mais adequada para o caso.

  • Sem otimização prévia do tratamento clínico: a FESS entra após falha de manejo clínico bem conduzido.
  • Quadros agudos infecciosos não controlados, que precisam de antibioticoterapia adequada antes da cirurgia.
  • Pacientes em que o quadro respiratório tem outra origem não relacionada aos seios paranasais.

Como é a avaliação

A consulta investiga a história do quadro: tempo de evolução, tratamentos já realizados, padrão dos sintomas e impacto na qualidade de vida. O exame clínico das vias aéreas superiores é parte essencial.

Exames complementares como tomografia dos seios da face ajudam a confirmar a indicação e a planejar a abordagem cirúrgica. A discussão com o paciente é detalhada antes de qualquer indicação.

Recuperação e retornos

O tempo de recuperação é definido em consulta, com base no caso e na evolução individual. As orientações pós-operatórias incluem lavagens nasais, medicação e retornos planejados.

O acompanhamento pós-operatório é parte essencial do método. A FESS não substitui o tratamento clínico continuado: a inflamação crônica segue exigindo manejo específico após a cirurgia.

Dúvidas sobre Cirurgia endoscópica nasossinusal (FESS)

FESS deixa cicatriz no rosto?
Não. A técnica é endoscópica, realizada por dentro do nariz, sem incisões externas.
Cura a sinusite?
A FESS restabelece a drenagem dos seios paranasais e melhora os sintomas em parte importante dos casos. O acompanhamento clínico continuado é essencial: a inflamação crônica segue exigindo manejo após a cirurgia.
Pólipos voltam depois da cirurgia?
A polipose nasal é uma doença inflamatória crônica, e a recidiva é possível. O tratamento clínico continuado é parte essencial do manejo, com o objetivo de reduzir o risco.
Quando a FESS é indicada?
Após falha do tratamento clínico bem conduzido e com achados de imagem compatíveis. A indicação parte de avaliação cuidadosa, individual.
Próximo passo

Avaliação presencial no Rio de Janeiro

A indicação correta parte de uma consulta detalhada. Conte sua queixa, entenda as opções e decida com clareza o melhor caminho para o seu caso.

Ipanema · Rio de Janeiro / RJ

Dr. Vitor Takashiba · CRM-RJ 521349902 · RQE 55816

Indicação individual definida em consulta. Resultados variam de paciente para paciente. As informações desta página tem caráter educativo e nao substituem a avaliação médica presencial.